Quais são os tipos de códigos de barras

Vamos começar esclarecendo o que vem a ser um código de barra. Qualquer pessoa já viveu a experiência de encontrar aqueles padrões em preto e branco, combinando barras mais largas e mais finas, em cor preta. Em um primeiro momento, alguém poderia até supor que há listras brancas também. Mas isso não acontece. A diferença reside nos espaços da representação. Sete espaços iguais para cada número.

qrcodeO código de barras é uma identificação universal de produto. Isso equivale a dizer que não importa onde você esteja, nem o tipo de produto que tem em mãos. O sistema é imutável, e pode ser lido por qualquer pessoa e em qualquer lugar sem alteração nos dados informados. Tais dados podem ser informações como a natureza do produto e a região em que foi produzido.

Agora que você descobriu um pouco sobre o funcionamento de um código de barras, podemos dar uma olhada em alguns tipos de códigos de barra como distintos pela GS1. A GS1 é uma organização sem fins lucrativos que estabelece padrões para a tecnologia em mais de cem países, entre eles o Brasil.

Códigos de barras de uso internacional

– Código de barras EAN/UPC: imediatamente reconhecível, em 1D, é o sistema mais usado no varejo em todo o mundo. Seu uso é particularmente difundido nos Estados Unidos e no Canadá.

– Código de barras DataBar: sistema compacto em 1D, sendo capaz de armazenar informações adicionais de produto, como o peso de alimentos frescos. Muito útil em supermercados e empresas do ramo de alimentação a granel.

– Códigos de barra unidimensionais (1D): são códigos de barras utilizados exclusivamente em distribuição geral e logística. Costumam abranger a identificação de caixas e embalagens, com os dados armazenados incluindo o destino e a origem dos produtos.

– Códigos de barra versáteis 1D: são usados para representar chaves de ID e atributos em um ambiente de distribuição.

– Código de barras bidimensionais (2D): de design compactos, consistem em símbolos 2D de alta capacidade, sendo apropriados para representar todas as chaves e atributos do padrão GS1.

Códigos de barras mais empregados no Brasil:barcode_01

Nesta seção você saberá um pouco mais sobre os tipos de códigos que podem oferecer vantagens para você e sua empresa. É possível escolher entre várias alternativas e siglas diferentes, mas aqui serão expostas as opções usadas com mais frequência no cenário nacional.

– Código de Barras EAN 13: consistem naquela identificação que segue o padrão de numeração europeu. O 13º dígito completa a significação do nome, apontando uma estrutura de treze elementos na identificação do item. É usado na maior parte dos produtos que circulam pelo mercado, desde as compras de mercado até roupas e brinquedos. Entre os benefícios disponíveis, além dos envolvidos em todos os demais códigos de barra, a definição em tempo real dos itens mais consumidos de um estoque, o que é fundamental para garantir a reposição antes que sejam esgotados.

– Código de Barras DUN 14: antes de mais nada, é bom esclarecer que o DUN 14 não é um código de barras propriamente dito. Na verdade, é referido como número de unidade de distribuição, ou Distribution Unit Number, em inglês. Como a sigla revela, essa identificação tem como finalidade distinguir elementos como embalagens ou caixas, a fim de automatizar distribuição de produtos.  O objetivo central é disponibilizar ao setor de distribuição informações relativas à quantidade de itens presentes em um determinado produto recebido no estoque de uma empresa, por exemplo. Em outras palavras, sua utilidade se refere mais aos processos de logística. Como no exemplo anterior, o número posterior às letras DUN refere a quantidade de dígitos que compõem a identificação de produto.

–Código de barras GS1-128: para emprego em indústrias não centralizadas em pontos de venda, o GS1-128 é um código adequado ao setor de controle de logística, contendo informações relativas a número de série, lote, data de validade e número do pedido do cliente, entre outros dados relevantes.

BARCODES– Código de barras ITF-14: o diferencial desse código é que ele pode ser implantado por empresas que desejem posicionar a identificação diretamente nas embalagens, que podem ser caixas de papelão ou embalagens em geral. Na verdade, as coisas podem se tornar ainda mais práticas e rápidas nesse sistema, uma vez que as empresas podem optar por fazer a impressão do código diretamente na caixa do item, dispensando, dessa forma, o uso de etiquetas ou rótulos.

 – Símbolo bidimensional (2D): já mencionamos esse tipo de código na seção relativa aos códigos mais usados no exterior, embora sem entrar em maiores detalhes. Sua finalidade diz respeito a necessidades mais particulares, já que o padrão torna possível codificar informações em espaços consideravelmente reduzidos em comparação aos códigos lineares. O método abre a possibilidade de incluir dados adicionais, como o código do produto, seu lote ou data de fabricação e a validade. É amplamente adotado no setor hospitalar, uma vez que permite que sejam identificados itens pequenos, como ampolas e seringas. A capacidade de informar quando um lote deve ser descartado também é especialmente útil no segmento de saúde.

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